SKOOLY: Prova de Língua Portuguesa para o 9º Ano

SKOOLY – PROVA GERADA A PARTIR DE TEXTO
Gerado em: 10/08/2026 às 09:08

Avaliação de Língua Portuguesa – 9º ano


Escola: ______________________________________________

Aluno(a): ___________________________________________

Turma: __________ Data: ____/____/________ Nota: __________

Professor(a): _______________________________________


Texto de Apoio

Leia com atenção o texto abaixo antes de responder às questões.

Casos isolados

Por Leandro Marçal

Caso isolado 1: Primeira metade da década de 1990. Sala de espera no consultório pediátrico. Eu tinha os cabelos bem claros, enrolados. Sempre fui muito parecido com meu pai, um branco de olhos verdes. Ele estava trabalhando, fui com minha mãe, mulher negra. A recepcionista preenche a ficha e pergunta se ela é minha babá. Minha mãe mostra os documentos sem responder. O silêncio é quebrado. “É só aguardar, senhora”, diz a recepcionista, com o rosto corado.

Caso isolado 2: Primeira metade da década de 2000. Esquina de casa, 5h50. De boné, meu pai vai trabalhar de bicicleta. Cruza com uma viatura, é parado. Seu veículo é jogado no chão, a mochila também, ele toma um chute nas pernas, olham os documentos, ficha limpa. Vão embora. A bicicleta teve poucos arranhões, a marmita foi revirada, não tem mais almoço. Foi confundido com sei lá quem. Tempos depois, um silêncio estranho na rua. Um barulho no portão, meu pai foi ver. Uma viatura em cada esquina. Há um mandato, vão invadir o terreno com três casas se ninguém abrir. Calma, pede meu pai. “Ninguém vai atirar no cachorro, não, peraí, vou prender”, diz. Tínhamos um dogue alemão preto. Entram em casa, eu assistia a um jogo do Palmeiras na Band. Tomo um susto, minha irmã mais nova também, acordou com um desconhecido apontando-lhe uma arma. Buscavam o Primo Distante. Anos antes, ele foi preso na mesma esquina em que meu pai foi abordado e ficou uns seis meses recluso. Seus pais, tios e avós não quiseram pagar os dois mil e poucos reais que pediram para soltá-lo. Por fora, ninguém poderia saber. Nunca mais vi o Primo Distante e evito passar em frente àquela casa.

Caso isolado 3: Tempos de escola. Todo mundo tem apelido, ninguém escapa. Os meus são relacionados à cabeça grande. Desenhos, personagens, nomes de famosos. Essas coisas. Ninguém tem apelido por ser branco. Mas para alguns, neguinho, churrasco e sombra são os mais leves. Há comparações com personalidades negras, mesmo se não houver semelhanças concretas. É estranho, vou demorar para entender.

Caso isolado 4: 2004, talvez? Minha mãe está brava comigo. Muito. Não tem aula na segunda-feira pós-eleições, mas ela foi chamada na escola, eu deveria ir com ela. “Seu filho fala demais”, diziam. No meio do caminho, encontrei o Aluno J., colega de classe com problema de dicção, motivo de apelidos e chacota. O Aluno J. não é branco, como eu. Vamos conversando, coisas de escola, ele ri porque minha mãe está brava comigo. E com razão. Na porta da escola, a inspetora me barra e deixa o Aluno J. entrar. Ele acha estranho. Minha mãe questiona a inspetora. “Você só vai entrar com sua mãe, amanhã”, ela diz, sinalizando para o Aluno J. entrar pelo portão do estacionamento, ao lado da minha mãe, que não é mãe do Aluno J..

Caso isolado 5: 2008, acho. Reunião de pais. Dessa vez, minha mãe não está tão brava comigo. Tirei notas boas, como ela me cobrava. O Professor C

. diz que a reunião está encerrada e devem ficar na sala as mães que desejam ouvir comentários – não estava na moda falar feedback – sobre filhos e filhas.

Minha mãe, claro, permanece na sala. Quando ela diz que é mãe do Leandro, o Professor C. levanta as sobrancelhas, pergunta se ela está na sala correta. “Que eu me lembre, só tem um Leandro nessa sala, mas não deve ser seu filho, ele é branquinho”, diz, enquanto vasculha a lista de chamada.

Caso isolado 6:

2009, possivelmente. Eu tinha meu primeiro emprego de carteira assinada e de vez em quando sobrava algum dinheiro para os fins de semana. 18 anos. Fomos no carro do Amigo C. até o emissário submarino, em Santos. Tomar umas, jogar conversa fora. Também estavam o Amigo J. e o Amigo R.

Encontramos por lá a Amiga E. Ao irmos embora, uma viatura deu a volta e nos parou. Um policial não gostou da forma como o Amigo J. olhou para ele. Foi o que ouvi. O Amigo C. é branco, como eu, e foi acompanhado até o carro para o procedimento de rotina. O Amigo J. é negro e sua revista é mais minuciosa, com um puxão na camisa e um soco no peito.

Eu e o Amigo R. nos olhamos, é melhor ficar em silêncio. Durante a revista, ouvi por favor e obrigado. A Amiga E. se irrita, diz que seu pai é militar e que aquilo era um absurdo. Então, chamam reforço. Deveríamos ser muito perigosos.

Somos liberados depois de uma hora e meia, acho. Outro policial, mais novo, disse para mim e para o Amigo R. que nessas horas é melhor ficar quieto, por segurança. O Amigo J. virou defensor ferrenho do governo federal e não viu anormalidades na forma como foi abordado.

Caso isolado 7:

Anos 2010. Bêbado, fui zoado pelo Amigo H. Respondi com uma frase racista, admito. Minha consciência pesou. Tempos depois, em uma festa, pedi desculpas.

Ele pergunta o motivo. Eu respondo. Ele não entende. Eu explico. Minha fala foi racista, isso é inaceitável. “Racismo nisso? Desencana, já ouvi coisa bem pior, a gente tava na zoeira”. Balanço a cabeça, envergonhado. Ele pede para buscar outra cerveja no freezer.

Caso isolado 8:

2012 ou 2013. Um relato no Facebook me chama atenção. O Repórter C., meu amigo dos tempos de jornal, teve problemas em frente a um estádio. Briga de torcidas, bombas e tudo mais.

Ele puxou o celular para filmar, como qualquer bom repórter. Um policial o abordou, mandando sair dali. O Repórter C. disse que estava trabalhando, o policial disse que também estava, mandando-o embora dali. Quando outro agente chegou, seu celular foi tomado, o material jornalístico apagado e uma bomba de efeito moral colocada dentro de sua calça.

“Você não é macho? Quero ver ser macho agora”, disseram. O caso repercutiu. O Repórter C. tem uma carreira de respeito.

Caso isolado 9:

Depois de 2013. Rodinha de amigos, só homens. Mulheres eram o tópico da vez. O Pegador B. citou vários nomes, como se fizesse uma lista de compras.

Ao fim, disse que nunca transava com mulheres negras. Perguntei o motivo. Ele não soube responder.

. “Não é que eu sou racista, não, nada disso.

Mas sei lá, tem um negócio que não sei, não gosto.

É gosto mes

[Trecho inicial do material. O conteúdo completo continua no material original.]


Questões

Questão 1 (Múltipla escolha)

Qual foi a reação da recepcionista ao saber que a mãe do narrador era sua mãe?

A) Ela ficou indiferente.

B) Ela se desculpou imediatamente.

C) Ela ficou corada e pediu desculpas.

D) Ela ignorou a situação.


Questão 2 (Múltipla escolha)

No Caso Isolado 2, o que aconteceu quando o pai do narrador foi parado pela viatura policial?

A) Ele foi liberado sem problemas.

B) Ele foi agredido e teve seus documentos revistados.

C) Ele foi detido por um crime.

D) Ele conseguiu escapar da abordagem.


Questão 3 (Múltipla escolha)

No Caso Isolado 4, por que o Aluno J. não pôde entrar na escola junto com o narrador?

A) Porque ele estava atrasado.

B) Porque a inspetora o considerou suspeito.

C) Porque sua mãe não estava presente.

D) Porque ele não tinha documentos.


Questão 4 (Múltipla escolha)

O que o Professor C. disse quando a mãe do narrador se apresentou na reunião de pais?

A) Que ela deveria sair da sala.

B) Que ele não a reconhecia como mãe do Leandro.

C) Que ela precisava trazer mais documentos.

D) Que ela estava na sala errada.


Questão 5 (Múltipla escolha)

No Caso Isolado 10, como foi a abordagem policial ao narrador e ao Amigo B. na blitz?

A) Ambos foram tratados de forma igual.

B) O narrador foi revistado e o Amigo B. não.

C) O Amigo B. foi tratado com cordialidade.

D) Ambos foram revistados severamente.


Questão 6 (Múltipla escolha)

O que aconteceu com o Conhecido G. após o envolvimento do amigo em um assalto?

A) Ele foi liberado rapidamente.

B) Ele provou sua inocência com testemunhas.

C) Ele foi preso sem possibilidade de defesa.

D) Ele conseguiu escapar da situação.


Questão 7 (Múltipla escolha)

Qual é a principal diferença entre a abordagem policial ao pai do narrador e a abordagem ao Amigo J. na blitz?

A) O pai do narrador foi tratado com cordialidade, enquanto Amigo J. foi agredido.

B) O pai do narrador foi revistado, enquanto Amigo J. não foi.

C) O pai do narrador foi abordado à noite, enquanto Amigo J. foi abordado de dia.

D) O pai do narrador estava sozinho, enquanto Amigo J. estava com amigos.


Questão 8 (Múltipla escolha)

Na situação relatada sobre o Aluno J., qual é a principal forma de discriminação que ele enfrenta?

A) Discriminação por sua aparência física.

B) Discriminação por sua origem familiar.

C) Discriminação por sua condição financeira.

D) Discriminação por sua etnia.


Questão 9 (Múltipla escolha)

Qual foi a reação do narrador ao ouvir a fala do Pegador B. sobre mulheres negras?

A) Ele concordou com a afirmação.

B) Ele questionou a lógica por trás da fala.

C) Ele não se importou com a fala.

D) Ele ficou feliz com o comentário.


Questão 10 (Múltipla escolha)

O que o relato do Repórter C. e a abordagem policial revelam sobre a relação entre a polícia e a imprensa?

A) Que a polícia sempre respeita os repórteres.

B) Que a polícia tem uma postura agressiva com jornalistas.

C) Que a polícia é indiferente ao trabalho da imprensa.

D) Que a imprensa protege a polícia em situações de conflito.


Questão 11 (Múltipla escolha)

Qual é o sentimento predominante do narrador ao relatar sua experiência ao distribuir cestas para moradores de rua?

A) Orgulho por ajudar os necessitados.

B) Constrangimento por ser tratado de forma diferente.

C) Indiferença em relação à situação.

D) Raiva por ser parado pela polícia.


Questão 12 (Múltipla escolha)

Qual é a principal crítica que pode ser feita ao sistema legal, conforme ilustrado pelo caso do Conhecido G.?

A) Ele é sempre justo e imparcial.

B) Ele desconsidera a cor da pele na justiça.

C) Ele é suscetível a preconceitos raciais.

D) Ele protege os cidadãos de bem.


Questão 13 (Múltipla escolha)

No caso isolado 3, como os apelidos dados ao narrador e a outros colegas refletem a questão da discriminação racial na escola?

A) Eles reforçam uma identidade positiva entre os alunos.

B) Eles são utilizados apenas para brincadeiras leves.

C) Eles evidenciam a ausência de racismo na convivência escolar.

D) Eles demonstram a normalização de estigmas raciais na formação da identidade.


Questão 14 (Múltipla escolha)

Na abordagem policial descrita no caso isolado 6, qual é a principal diferença no tratamento recebido entre o narrador e o Amigo J.?

A) O narrador é tratado com desdém, enquanto o Amigo J. é respeitado.

B) O narrador é revistado, enquanto o Amigo J. não passa pela revista.

C) O narrador é abordado de forma cordial, enquanto o Amigo J. é tratado de maneira agressiva.

D) Ambos são tratados da mesma forma pelo policial.


Questão 15 (Múltipla escolha)

O que a experiência do narrador na escola, mencionada no caso isolado 4, indica sobre a percepção de autoridade em relação a estudantes de diferentes etnias?

A) A percepção de autoridade é a mesma para todos os estudantes.

B) Estudantes não brancos são frequentemente desconsiderados na escola.

C) A autoridade é percebida como justa e equitativa para todos.

D) O tratamento desigual é uma exceção e não a regra.


Questão 16 (Múltipla escolha)

No caso isolado 11, qual é a implicação do tratamento que o narrador recebeu da polícia em comparação com os amigos?

A) O narrador é visto como um potencial criminoso.

B) O narrador é tratado como um cidadão comum, enquanto seus amigos são suspeitos.

C) Todos os amigos são tratados de forma igual.

D) A polícia não se importa com a aparência dos indivíduos.


Questão 17 (Múltipla escolha)

Qual é a mensagem central dos casos isolados apresentados no texto, especialmente em relação à percepção racial na sociedade?

A) O racismo é uma questão superada na sociedade moderna.

B) As experiências individuais refletem desigualdades raciais persistentes.

C) A discriminação racial é apenas uma questão do passado.

D) As interações sociais são sempre justas e equitativas.



Gabarito

Questão 1: C) Ela ficou corada e pediu desculpas. (O texto menciona que a recepcionista ficou corada ao perceber que a mãe do narrador era sua mãe, após perguntar se ela era sua babá.)

Questão 2: B) Ele foi agredido e teve seus documentos revistados. (O narrador descreve que seu pai foi agredido e revistado de forma violenta pela polícia.)

Questão 3: B) Porque a inspetora o considerou suspeito. (A inspetora deixou o Aluno J. entrar por um portão separado, indicando que ele era tratado de forma diferente.)

Questão 4: B) Que ele não a reconhecia como mãe do Leandro. (O Professor C. levantou as sobrancelhas e questionou se ela estava na sala correta, evidenciando sua surpresa.)

Questão 5: B) O narrador foi revistado e o Amigo B. não. (A abordagem foi desigual, com o Amigo B. sendo revistado mais de uma vez e o narrador sendo tratado cordialmente.)

Questão 6: B) Ele provou sua inocência com testemunhas. (O texto relata que mesmo com várias testemunhas e provas, ninguém duvidou que o Conhecido G. era negro.)

Questão 7: A

Questão 8: D

Questão 9: B

Questão 10: B

Questão 11: B

Questão 12: C

Questão 13: D) Eles demonstram a normalização de estigmas raciais na formação da identidade. A resposta é correta porque o narrador menciona que "ninguém tem apelido por ser branco", indicando que os apelidos refletem estigmas raciais.

Questão 14: C) O narrador é abordado de forma cordial, enquanto o Amigo J. é tratado de maneira agressiva. Esta é a resposta correta, pois o texto descreve que o Amigo J. recebeu um tratamento mais agressivo durante a abordagem policial.

Questão 15: B) Estudantes não brancos são frequentemente desconsiderados na escola. A resposta é correta, pois a situação do Aluno J. indica que ele foi tratado de forma diferente, sugerindo uma desconsideração em relação à sua identidade.

Questão 16: B) O narrador é tratado como um cidadão comum, enquanto seus amigos são suspeitos. Esta é a resposta correta, pois a descrição do tratamento desigual do narrador e de seus amigos pelo policial é clara no texto.

Questão 17: B) As experiências individuais refletem desigualdades raciais persistentes. A resposta é correta, pois os casos isolados apresentados mostram como a discriminação racial ainda é uma realidade na sociedade.


Habilidades BNCC Trabalhadas

Relação entre cada questão desta avaliação e as habilidades da BNCC correspondentes.

Habilidade por questão

  • Questão 1: EF09LP03
  • Questão 2: EF09LP04
  • Questão 3: EF09LP03
  • Questão 4: EF09LP04
  • Questão 5: EF09LP04
  • Questão 6: EF09LP02
  • Questão 7: EF09LP02
  • Questão 8: EF09LP01
  • Questão 9: EF09LP03
  • Questão 10: EF09LP02
  • Questão 11: EF09LP01
  • Questão 12: EF09LP02
  • Questão 13: EF09LP01, EF09LP03
  • Questão 14: EF09LP01
  • Questão 15: EF09LP01
  • Questão 16: EF09LP01
  • Questão 17: EF09LP02, EF09LP01

Detalhamento das habilidades

EF09LP01 — Analisar o fenômeno da disseminação de notícias falsas nas redes sociais e desenvolver estratégias para reconhecê-las a partir da verificação/avaliação do veículo fonte data e local da publicação autoria URL da análise da formatação da comparação de diferentes fontes da consulta a sites de curadoria que atestam a fidedignidade do relato dos fatos e denunciam boatos etc

Cobrada nas questões 8, 11, 13, 14, 15, 16, 17.

EF09LP02 — Analisar e comentar a cobertura da imprensa sobre fatos de relevância social comparando diferentes enfoques por meio do uso de ferramentas de curadoria

Cobrada nas questões 6, 7, 10, 12, 17.

EF09LP03 — Produzir artigos de opinião tendo em vista o contexto de produção dado assumindo posição diante de tema polêmico argumentando de acordo com a estrutura própria desse tipo de texto e utilizando diferentes tipos de argumentos – de autoridade comprovação exemplificação princípio etc

Cobrada nas questões 1, 3, 9, 13.

EF09LP04 — Escrever textos corretamente de acordo com a norma-padrão com estruturas sintáticas complexas no nível da oração e do período

Cobrada nas questões 2, 4, 5.


Critérios de Correção

  • Questões objetivas: 1 ponto por questão; a pontuação será atribuída de acordo com a resposta correta.
  • Questões discursivas:
  • Compreensão do texto (0 a 4 pontos): avaliação da capacidade de entender e interpretar os temas abordados.
  • Uso de vocabulário adequado (0 a 3 pontos): análise da escolha de palavras e expressões pertinentes ao contexto da questão.
  • Justificativa coerente (0 a 3 pontos): avaliação da clareza e lógica na argumentação apresentada.
  • Pontuação total sugerida: 17 pontos para questões objetivas + 10 pontos para questões discursivas, totalizando 27 pontos.

Análise e Intervenção Pedagógica

Sinais de dificuldade a observar

  • Dificuldade em compreender a reação da recepcionista ao narrador e como isso reflete a interação social.
  • Falta de clareza na crítica ao sistema legal no caso do Conhecido G., indicando problemas na análise crítica de contextos sociais.
  • Erros na identificação da discriminação enfrentada pelo Aluno J., que podem sugerir uma falta de empatia ou compreensão sobre questões raciais.

Estratégias de reforço

  • Realizar debates em sala de aula sobre a relação entre polícia e imprensa, promovendo a discussão sobre diferentes perspectivas.
  • Criar dinâmicas de grupo onde os alunos possam encenar diferentes abordagens policiais, permitindo que reflitam sobre o tratamento desigual.
  • Propor atividades de leitura e análise de textos que abordem a mensagem sobre desigualdade racial, estimulando a reflexão crítica.

Sugestões de retomada do conteúdo

  • Desenvolver um projeto em grupo onde os alunos devem investigar e apresentar casos reais de discriminação na escola, discutindo suas repercussões e possíveis soluções.
  • Criar um mural informativo sobre a entrada do Aluno J. na escola, onde os alunos devem pesquisar e expor a história de diferentes alunos que enfrentam situações similares.

Aprofundamento para alunos avançados

  • Propor a escrita de um artigo ou ensaio crítico sobre a situação do Conhecido G. após assalto, analisando as variáveis sociais e legais envolvidas.
  • Estimular a criação de uma campanha de sensibilização sobre tratamento desigual na abordagem policial, onde os alunos desenvolverão conteúdos e estratégias para conscientizar a comunidade escolar.

💚 Feito com amor por SKOOLY

Prova gerada com IA a partir do material do professor — revisar antes de aplicar

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