Lista de Exercícios: Língua Inglesa — 9º ano EF — SIMPLE PRESENT

Lista de Exercícios — Língua Inglesa Disciplina: Língua Inglesa Série/Ano: 9º ano EF Conteúdo: SIMPLE PRESENT Questões: 15 Dificuldade: Progressivo Data: 22/02/2026 Instruções Leia o diálogo abaixo e responda às questões propostas sobre o Simple Present. Questão 1 FácilObjetiva1 pt No diálogo, qual é a forma correta do verbo na terceira pessoa do singular? A) … Ler mais

Lista de Exercícios: Matemática — 1º ano EM — Função de primeiro grau

Lista de Exercícios — Matemática 📚 Disciplina: Matemática 🎓 Série/Ano: 1º ano EM 📖 Conteúdo: Função de primeiro grau 📝 Questões: 10 📅 Data: 22/02/2026 📋 Instruções Responda as questões a seguir sobre função de primeiro grau, utilizando os conceitos aprendidos. Questão 1 MédioObjetiva1 pt Qual é a forma geral da função de primeiro grau? … Ler mais

Lista de Exercícios: Língua Portuguesa – 1º ano EM – Situação comunicativa – Enunciação e enunciado; Lugar social; Conhecimentos partilhados; Espaço da enunciação

Lista de Exercícios – Língua Portuguesa 📚 Disciplina: Língua Portuguesa 🎓 Série/Ano: 1º ano EM 📖 Conteúdo: Situação comunicativa – Enunciação e enunciado; Lugar social; Conhecimentos partilhados; Espaço da enunciação 📝 Número de questões: 20 📊 Nível de dificuldade: Progressivo 📅 Data de Criação: 22/02/2026 Lista de Exercícios de Língua Portuguesa Disciplina: Língua Portuguesa Série/Ano: … Ler mais

Lista de Exercícios: Língua Portuguesa – 1º ano EM – Situação comunicativa – Enunciação e enunciado; Lugar social; Conhecimentos partilhados; Espaço da enunciação

Lista de Exercícios – Língua Portuguesa 📚 Disciplina: Língua Portuguesa 🎓 Série/Ano: 1º ano EM 📖 Conteúdo: Situação comunicativa – Enunciação e enunciado; Lugar social; Conhecimentos partilhados; Espaço da enunciação 📝 Número de questões: 20 📊 Nível de dificuldade: Progressivo 📅 Data de Criação: 22/02/2026 Lista de Exercícios – Língua Portuguesa Lista de Exercícios – … Ler mais

Lista de Exercícios: Língua Portuguesa – 1º ano EM – Situação comunicativa – Enunciação e enunciado; Lugar social; Conhecimentos partilhados; Espaço da enunciação

Lista de Exercícios – Língua Portuguesa 📚 Disciplina: Língua Portuguesa 🎓 Série/Ano: 1º ano EM 📖 Conteúdo: Situação comunicativa – Enunciação e enunciado; Lugar social; Conhecimentos partilhados; Espaço da enunciação 📝 Número de questões: 15 📅 Data de Criação: 22/02/2026 Lista de Exercícios – Língua Portuguesa Lista de Exercícios – Língua Portuguesa 1º Ano do … Ler mais

Lista de Exercícios: Língua Portuguesa – 1º ano EM – Situação comunicativa – Enunciação e enunciado; Lugar social; Conhecimentos partilhados; Espaço da enunciação

Lista de Exercícios – Língua Portuguesa 📚 Disciplina: Língua Portuguesa 🎓 Série/Ano: 1º ano EM 📖 Conteúdo: Situação comunicativa – Enunciação e enunciado; Lugar social; Conhecimentos partilhados; Espaço da enunciação 📝 Número de questões: 15 📅 Data de Criação: 22/02/2026 Lista de Exercícios – Língua Portuguesa Lista de Exercícios – Língua Portuguesa 1º Ano do … Ler mais

Lista de Exercícios: História – 7º ano EF – O século XIX e a modernização do espaço urbano A partir do século XIX, o Brasil passou por um intenso processo de moder- nização que foi determinante para a modificação do espaço urbano. Entre os principais fatores que contribuíram para esse processo estão: a vinda da família real portuguesa para o Brasil; a instalação de ferrovias; a abolição da escravidão; a chegada de imigrantes; e o início da industrialização. A chegada da família real portuguesa No início do século XIX, Portugal estava prestes a ser invadido pelas tropas do imperador francês Napoleão Bonaparte. Esse fato forçou o então príncipe regente dom João e a família real portuguesa a se transferirem para o Brasil. Em 1808, eles chegaram ao Rio de Janeiro, que se tornou, provisoriamente, a sede administrativa do Império Português. Com a família real vieram centenas de altos funcionários, criados e mem bros da nobreza. Para acomodar todas essas pessoas, diversos moradores do Rio de Janeiro foram despejados de suas casas. Além disso, a cidade foi submetida a uma série de adequações, de limpeza das ruas à criação de instituições, para abrigar a sede do Império Português, alterando não só a paisagem urbana do Rio de Janeiro, mas também aspectos políticos, econômicos e sociais do Brasil. Após a Proclamação da Independência, em 1822, o Rio de Janeiro con tinuou a ocupar o posto de capital, só que agora do Império do Brasil. No período imperial, novas medidas foram tomadas visando à moderni- zação de várias cidades brasileiras. ©SPACCA 168 Quadrinho da obra D. João Carioca: a corte portuguesa chega ao Brasil (1808-1821), de Lilia Moritz Schwarcz e Spacca, publicada pela Companhia das Letras, 2007. Os imóveis confiscados para abrigar a Corte portuguesa eram marcados com as letras PR, iniciais de Príncipe Regente. Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. 168 Orientações 11. Espera-se que os estudantes percebam que a instalação de ferrovias foi importante porque intensificou e agilizou o transporte de cargas, o que favoreceu o pr ocesso de exportação, principalmente do café. A instalação das ferrovias Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. As ferrovias representaram uma importante inovação no transporte de pessoas e mercadorias. A primeira ferrovia do Brasil foi a Estrada de Ferro Petrópolis, inaugurada em 1854. Ela foi construída por iniciativa de Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, e ligava o Porto da Estrela (depois chamado de Porto Mauá), na Baía de Guanabara, até Fragoso, no caminho para a cidade de Petrópolis, no atual estado do Rio de Janeiro. No decorrer do século XIX, outras ferrovias foram construídas ligando diferentes pontos do Brasil. A construção e a implantação do transporte ferroviário facilitaram a ligação entre as cidades, a mobilidade dos moradores e o escoamento de produtos, principalmente do café (voltado para a exportação e em ascensão naquele momento). A Estrada de Ferro dom Pedro II (atual Central do Brasil) foi uma das primeiras e mais importantes ferrovias do Brasil, integrando a capital a outras províncias e facili tando a exportação do café. Em torno das ferrovias surgiram muitas cidades, algumas delas acompanhando o desenvolvimento da produção cafeeira. Brasil: expansão ferroviária – 1854-2010 ERICSON GUILHERME LUCIANO/ARQUIVO DA EDITORA 1854: 14,5 km 1864: 411 km 1874: 1.357 km 1884: 6.324 km 1894: 12.474 km 1904: 16.023 km em áreas cafeeiras 1.000 km de ferrovias = em outras áreas 1929: 31.976 km 2010: 29.706 km Relacione a expansão da malha ferroviária bra sileira ao crescimento da economia do país na se gunda metade do século XIX, durante o governo do imperador dom Pedro II. O comércio do café, princi palmente sua exportação, gerou as maiores rendas aplicadas na construção das estradas de ferro. Explique que, a partir da segunda metade do século XX, os governos brasileiros priorizaram o desenvolvimento da indústria automobilísti ca, levando à ampliação das estradas e a transfor mações urbanas para a acomodação das frotas crescentes de veículos. Com isso, o transporte ferroviário foi deixando de ser priorizado, e os in vestimentos foram redu zidos a ponto de muitos trechos da malha serem abandonados. 12. 1929. 13. Espera- -se que os estudantes mencionem que as ferrovias, ao viabilizarem a circulação mais rápida e acessível de mercadorias e pessoas, dinamizaram a economia das regiões por onde passavam, favorecendo a intensificação da urbanização. Fonte: JOFFILY, Bernardo. IstoÉ Brasil 500 anos: atlas histórico. São Paulo: Editora Três, 1998. p. 78. 11 Em sua opinião, a instalação de ferrovias foi importante para a economia do país na segunda metade do século XIX? Por quê? Converse com os colegas. 12 Em qual período mostrado no gráfico a malha ferroviária brasileira alcançou sua maior extensão? 13 Várias cidades se desenvolveram ao longo das estradas de ferro. Por que isso acontecia? 169 Devido ao tamanho continental do Brasil, especialistas em trans portes indicam a neces sidade da retomada dos investimentos no setor ferroviário, considerado o mais apropriado para cobrir longas distâncias, reduzindo o tempo e os custos de transporte. Complemento para as respostas 12. Antes de realizar a atividade, oriente os es tudantes na análise e na interpretação dos ele mentos gráficos (ícones, legenda, cores e os da dos numéricos), garan tindo que todos tenham se apropriado das infor mações do gráfico. 169 A abolição da escravidão Atividade complementar Proposta interdiscipli nar. Com o auxílio do professor de Língua Por tuguesa, selecione al guns trechos da obra O cortiço (que está em do mínio público e pode ser facilmente encontrada na internet) e distribua-os à turma. Orientem os estu dantes a analisar as des crições das condições de vida da população no sé culo XIX. Peçam a eles que destaquem passa gens que retratem as mo radias precárias, as dinâ micas sociais e as dificul dades enfrentadas pelos personagens. Proponham um debate em que os es tudantes possam compa rar as condições de mora dia no século XIX com a realidade atual. Eles po dem refletir sobre as me lhorias ao longo do tem po, bem como os desa fios persistentes. Desse modo, espera-se que de senvolvam uma compre ensão crítica das transfor mações sociais ao longo da história, percebendo, ao mesmo tempo, como obras literárias podem ser consideradas fontes his tóricas, passíveis de in terpretação e análise. O trabalho de africanos e afrodescendentes escravizados, praticado no Brasil por mais de trezentos anos, foi proibido com a assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888. No entanto, o governo imperial não adotou medidas que integrassem os ex-cativos à sociedade, como reforma agrária e programas de educação. Parte dos libertos permaneceu nas fazendas onde já viviam, mas a maioria foi subs tituída pela mão de obra europeia imigrante. Algumas comunidades negras continua ram a viver em terras remanescentes de quilombos há muito ocupadas, com um modo de vida próprio, e muitas vezes foram invisibilizadas. Outros libertos ocupa ram as cidades, trabalhan do em serviços braçais, em comércios de rua, em casas de famílias brancas, ou mes mo vivendo da mendicân cia. No centro das grandes cidades, ocupavam habi- tações precárias e coletivas, chamadas de cortiços. Nas periferias, construíam suas casas e barracos negligen ciados pelo poder público. Cortiço nos fundos de prédios da Rua do Senado, na cidade do Rio de Janeiro, 1906. O cortiço na literatura Em 1890, o escritor Aluísio Azevedo publicou o romance O cortiço. Nele, o autor descreveu o ambiente dos cortiços, seus moradores e a condição de vida dessas pessoas. Essa obra revela a profunda desigualdade social que existia no Brasil no fim do século XIX. Mostra, também, o quanto os moradores dessas habitações coletivas eram marginali- zados, tanto pela sociedade quanto pelo poder público, uma vez que as políticas públicas não os beneficiavam. Capa da obra O cortiço, de Aluísio Azevedo, publicada pela editora Martin Claret, 201

Lista de Exercícios – História 📚 Disciplina: História 🎓 Série/Ano: 7º ano EF 📖 Conteúdo: O século XIX e a modernização do espaço urbano A partir do século XIX, o Brasil passou por um intenso processo de moder- nização que foi determinante para a modificação do espaço urbano. Entre os principais fatores que contribuíram para … Ler mais

Lista de Exercícios: História – 8º ano EF – Brasil: de colônia a Estado independente Destaque que a eman cipação política do Brasil deve ser entendida como um processo e não como o fruto de iniciativas he roicas dos governantes. Explique que a transfe rência da família real para o Brasil foi a forma en contrada para preservar o Império Português das investidas de Napoleão Bonaparte contra os mo narcas europeus. Analise com a turma a gravura de James Gillray. Proponha uma leitura coletiva da legenda e in forme que o personagem da esquerda, William Pitt, representa o Reino Unido e o da direita, Napoleão Bonaparte, a França. Des- taque que a parte do glo bo terrestre representa da na fatia de Napoleão Bonaparte corresponde à Europa. William Pitt, por sua vez, ficou com a maior porção do globo, em referência ao domínio do Oceano Atlântico e do continente americano. Comente que as gravu ras satíricas fazem uso do exagero e podem infor mar sobre as condições da época em que foram criadas. A independência política do Brasil foi conquistada em 1822. No início, porém, a construção da nação e do Estado brasileiros se limitou à separa ção política entre Brasil e Portugal. Muitas características da administração portuguesa foram mantidas, e o Brasil permaneceu um país agrário, escra vista e monárquico. As ações políticas continuaram voltadas para os interesses das elites, prin cipalmente dos grandes proprietários de terra. A independência não resultou em modificações significativas no modo de vida da população em geral. O processo de emancipação política Um dos fatores que contribuíram para o processo de independência foi a vinda da família real portuguesa para o Brasil em 1808. Esse episódio foi motivado pela ameaça do imperador francês, Napoleão Bonaparte, de invadir Portugal. No início do século XIX, a Europa era palco das guerras movidas por Napo leão. Seu maior objetivo era vencer o Reino Unido, principal rival da França. Para isso, em 1806, Napoleão decretou o Bloqueio Continental, que proibia os países europeus de manter relações comerciais com o Reino Unido. Essa determinação deixou Portugal em uma situação delicada, pois o país era aliado dos britânicos. Assim, incapaz de enfrentar o exército napo leônico, e com o país em frágil situação financeira, a família real portuguesa, acompanhada de aproximadamente 10 mil pessoas, partiu para o Brasil em 29 de novembro de 1807. JAMES GILLRAY – GALERIA NACIONAL DE RETRATOS, LONDRES 22 Gravura de James Gillray publicada em 1805. 27,6 × 38,1 centímetros. Galeria Nacional de Retratos, Londres, Reino Unido. O artista faz uma caricatura do primeiro-ministro britânico William Pitt (à esquerda) e de Napoleão Bonaparte (à direita). Ambos foram representados fatiando um pudim que tem o formato de um globo terrestre. Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. 22 5. Sim. A chegada da família real promoveu modificações nos campos social, econômico e principalmente político do Brasil. Além de favorecer as mudanças urbanísticas e educacionais na A embarcação que conduzia a família real aportou primeiro em Salvador, em janeiro de 1808. Depois de alguns dias, seguiu para o Rio de Janeiro, aonde chegou no começo do mês de março. Nessa época, dom João era regente de Portugal, tornando-se rei apenas após a morte de sua mãe, em 1816. Ainda em Salvador, dom João assinou o decreto que abria os portos brasileiros ao comércio com as nações amigas. O objetivo era manter as negociações com o Reino Unido – que escoltara os portugueses durante a travessia marítima – e garantir o abastecimento do Brasil com produtos europeus. A abertura dos portos contribuiu para a extinção do pacto colonial, que impunha ao Brasil o comércio exclusivo com Portugal. Outra medida importante foi a elevação do Brasil à categoria de Reino Unido a Portugal e Algarves, em 1815. Assim, o Brasil deixou de ser uma colônia, embora as relações políticas de dependência se mantivessem inalteradas. Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Além de aspectos políticos, a chegada da família real ao Brasil promoveu modifica ções no campo social. Foram criadas instituições como o Banco do Brasil e a Biblioteca Real, que originou a atual Biblioteca Nacional. Também foram fundadas as primeiras faculdades de medicina, em Salvador e no Rio de Janeiro. No campo social, dom João adotou uma postura mais agressiva contra os povos indígenas que resistiam à domi- nação portuguesa, autorizando a guerra contra eles e sua escravização. Durante a permanência da família real no Brasil, eclodiu em Portugal uma grave crise econômica e política que deu origem à Revolução Liberal de 1820. Os revoltosos portugueses, entre outras reivindicações, exigiam o retorno da família real ao país. Pressionado, o rei dom João VI decidiu retornar a Portugal em 1821. Para assegurar a permanência da família real no governo brasileiro, ele deixou seu filho, o príncipe dom Pedro, como regente do Brasil. DIREITO DE REPRODUÇÃO GENTILMENTE CEDIDO POR JOÃO CANDIDO PORTINARI – COLEÇÃO BBM, SALVADOR capital e em Salvador, esse evento também favoreceu o comércio dos produtos brasileiros com outras nações, fazendo com que, em 1815, o Brasil fosse elevado à condição de Reino Unido a Portugal e Algarves. A chegada de dom João VI à Bahia (1952), de Candido Portinari. Óleo sobre tela, 381 × 580 centímetros. Coleção BBM, no município de Salvador, Bahia. 5 Complemento para as respostas 6. Se considerar perti nente, converse com os estudantes sobre a guer ra travada contra os diver sos povos indígenas cha mados genericamente de botocudos pelos por tugueses. Explique que o termo foi utilizado para designar os povos perten centes ao tronco linguís tico Macro-Jê, habitantes de vastas localidades da Mata Atlântica e da Zona da Mata, na porção leste do atual Brasil. Comente que a Coroa portuguesa recorreu ao conceito de “guerra justa”para justi ficar as investidas contra esses povos, nos séculos XVIII e XIX, afirmando que eles resistiam à evangeli zação católica. Acrescente que, na atu alidade, descendentes de alguns desses povos, por exemplo os Krenak, continuam lutando pelo reconhecimento de seus direitos e por maior visi bilidade histórica e social. Pode-se afirmar que a chegada da família real ao Brasil, em 1808, foi um evento que impactou a vida na colônia? Explique sua resposta. 6 Caracterize a política de dom João em relação aos povos indígenas que resistiam à dominação portuguesa. 6. Dom João adotou uma postura mais agressiva contra os povos indígenas que resistiam à dominação portuguesa, autorizando a guerra contra eles e sua escravização. Orientações 23 Explique aos estudantes que dom João foi proclamado príncipe regente em 1792, quando sua mãe, a rainha Dona Maria I, apresentou problemas de saúde mental. Após a morte dela, em 1816, ele foi aclamado rei e coroado como dom João VI. Com o objetivo de fazer da aclamação um ato grandioso, as autoridades promoveram três dias de festejos e custearam a criação de obras de arte para marcar o momento. Essa decisão estava alinhada com a tradição artística das Cortes europeias, de se fazerem re presentadas em quadros, retratos, estátuas, bustos, de maneira a exaltar suas qualidades e seus poderes, mesmo que, para isso, fosse necessário distorcer elementos da realidade. Eram, portanto, representações idealizadas. 23 Complemento para as respostas 7. Se considerar pertinen te, retome a questão pro posta na avaliação diag nóstica sobre as mudanças no Brasil após a indepen dência e incentive os estu dantes a avaliar se as res postas dadas se confirma ram ou não após o estudo do processo de indepen dência do país e por quê. 8. Se considerar conve niente, complemente a atividade comparando a obra Proclamação da Inde pendência com a pintura Independência ou morte, de 1888, elaborada pelo pintor Pedro Américo e reproduzida na página 40 deste livro. Depois, contra ponha essas obras à pin tura Sessão do Conselho de Estado, de Georgina de Albuquerque, produzida em 1922. Neste caso, res salte o duplo protagonis mo feminino: o destaque dado à imperatriz e o fato de a obra ser de autoria de uma mulher, em uma épo ca em que as mulheres começavam a conquistar espaço nas artes visuais. 7. Não. Após a independência, o Brasil manteve diversas características do governo português e continuou a ser uma monarquia escravista e agrária, cuja política era voltada para os interesses das elites. A Proclamação da Independência do Brasil Durante a regência de dom Pedro (1821-1822), grande parte da elite brasi- leira aproximou-se do príncipe com o objetivo de garantir as liberdades con quistadas a partir de 1808. Essa aproximação, associada ao desejo da maioria da população do Brasil de ver-se livre do domínio português, preocupou o governo em Portugal, que passou a exigir o retorno do príncipe regente. Dom Pedro, no entanto, decidiu permanecer e, diante dos conflitos de interesses entre os governos de Portugal e do Brasil, proclamou a indepen dência do país em 7 de setembro de 1822. FRANÇOIS-RENÉ MOREAUX – MUSEU IMPERIAL, PETRÓPOLIS Lutas pela independência 8. Sim. Na obra, dom Pedro foi representado saudando homens, mulheres e crianças ao levantar o chapéu. Ao seu redor, personagens que representam o povo brasileiro celebram a independência. Espera-se que os estudantes notem Proclamação da Independência (1844), de François-René Moreaux. Óleo sobre tela, 244 × 383 centímetros. Museu Imperial, no município de Petrópolis, estado do Rio de Janeiro. A Proclamação da Independência não foi aceita imediatamente em todas as pro víncias do Brasil. Entre 1822 e 1824, confrontos armados eclodiram nas províncias da Bahia, do Grão-Pará, do Maranhão, do Piauí e da Cisplatina, atual território do Uruguai, que resistiam ao rompimento com Portugal. Somente em 1825, o governo português reconheceu oficialmente a Independência do Brasil. Nos conflitos pela independência, também houve a presença de mulheres. Na província da Bahia, por exemplo, a jovem Maria Quitéria assumiu identidade masculina e integrou as forças voluntárias que lutavam contra as tropas portuguesas. Ela é considerada a primeira mulher a integrar uma unidade militar no Brasil. Atividade complementar Organize a turma em grupos e peça a cada um que pesquise sobre a par ticipação feminina no pro cesso de independência: Bárbara de Alencar (pri meira mulher a ser pre sa no Brasil por motivos políticos), Urânia Vanério (garota de 10 anos de ida de e autora do panfleto Lamentos de uma baiana, contrário à Coroa), Maria Felipa de Oliveira (comba tente militar em defesa da independência na Bahia) e Ana Lins (presente em importantes movimentos republicanos da época). 7 8 24 A Proclamação da Independência significou grandes mudanças imediatas para a sociedade brasileira daquela época? Justifique sua resposta. Analise a pintura Proclamação da Independência, de François-René Moreaux. Pode-se afirmar que o artista quis representar dom Pedro como um herói popular? Justifique sua resposta. a ausência de pessoas negras e indígenas nessa celebração, sendo possível supor a intenção do artista de mostrar que esses grupos sociais se mantiveram à margem do processo de independência do país. Inclua também a imperatriz Leopoldina, decisiva nos eventos de 1822. Depois, oriente os grupos a apresentar o resultado da pesquisa em sala de aula e promova uma conversa sobre a importância da participação feminina nesse contexto. Ao final da atividade, veri fique se os estudantes identificaram que a emancipação política do Brasil foi fruto de um processo influenciado por diferentes agentes. Essa atividade favorece o monitoramento da aprendizagem de habilidades de pesquisa, análise e argumentação

Lista de Exercícios – História 📚 Disciplina: História 🎓 Série/Ano: 8º ano EF 📖 Conteúdo: Brasil: de colônia a Estado independente Destaque que a eman cipação política do Brasil deve ser entendida como um processo e não como o fruto de iniciativas he roicas dos governantes. Explique que a transfe rência da família real para … Ler mais

Lista de Exercícios: História – 9º ano EF – Novas formas de organização do trabalho Peça aos estudantes que se organizem em gru pos ou em duplas. Após a organização da turma, oriente a identificação das características dos dois sistemas apresenta dos no texto didático, o taylorismo e o fordismo. Em seguida, solicite que interpretem a imagem da página com base nos dois sistemas de produção, percebendo a fragmen tação da atividade fabril e a presença da linha de produção. Explique que Charles Chaplin foi um dos maio res nomes do cinema mundial da primeira me tade do século XX, e que muitos de seus filmes es tão entre os mais impor tantes da história do cine ma. O filme apresentado na imagem, Tempos mo dernos, ficou conhecido por sua crítica à sociedade industrial e à exploração dos operários. Ao apresentar a história da formação dos sindica tos, indague se os estu dantes já foram ou são fi liados a algum e, em caso positivo, peça que expli quem as funções desses sindicatos e os avaliem considerando os tipos de auxílios prestados e suas qualidades. À medida que a industrialização se espalhou pelo mundo, a concorrência entre as empresas cresceu. Todas procuravam ampliar seus lucros aumentando a produção, re duzindo custos e conquistando mercados consumidores. Foi com esse objetivo que, na passagem do século XIX para o século XX, Frederick Taylor idealizou um sistema de organização fabril em que os trabalhadores eram distribuídos de acordo com tarefas restritas e repetitivas a serem desempenhadas. Os operários não tinham nenhum controle do processo produtivo, conhecendo exclusivamente a pequena parte que lhes cabia. Esse sistema ficou conhecido co- mo taylorismo. Alguns anos mais tarde, o estadunidense Henry Ford adaptou as ideias de Taylor, introduzindo a esteira rolante na linha de montagem. A partir de então, o ritmo de trabalho passou a ser ditado pela velocidade da esteira, o que gerava muito desgaste físico para os operários, resultando em alta rotatividade de trabalhadores nas fábricas. A solução para manter os operários foi elevar a sua remuneração. Desse modo, eles acabavam aceitando as condições de trabalho da fábrica porque buscavam a possibilidade de acesso a bens de consumo. O fordismo encontrou assim um meio de explorar o trabalhador e, ao mesmo tempo, cultivar um mercado para bens de consumo de massa. Fotograma do filme Tempos modernos, dirigido por Charles Chaplin. Estados Unidos, 1936. A imagem representa uma linha de montagem e faz uma crítica ao trabalho industrial nos Estados Unidos no início do século XX. MAX MUNN AUTREY/MARGARET CHUTE/GETTY IMAGES Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Lutas operárias e propostas revolucionárias Como você estudou, as primeiras reações ao sistema fabril buscavam soluções imediatas e não tinham objetivos de longo prazo. Foi apenas em meados do século XIX que os trabalhadores criaram associações profissionais de ajuda mútua, as trade unions. Essas associações logo assumiram a liderança política das lutas operárias, originando os sindicatos. Eles foram responsáveis por organizar greves e manifes tações que resultaram em conquistas importantes, como redução da jornada de trabalho e melhorias salariais. 160 160 Orientações Para muitos intelectuais do século XIX, a conquista de direitos pontuais não era suficiente para solucionar problemas como a desigualdade social e a pobreza. Muitos deles, então, passaram a elaborar teorias sociais e políticas que defendiam reformas mais amplas na sociedade. Entre essas teorias estava o socialismo, conjunto de ideias que buscava solucionar as desigualdades geradas pelo capitalismo. O industrial britânico Robert Owen, por exemplo, defendia a prática de um sistema cooperativo em que as fábricas seriam geridas pelos trabalhadores. Além disso, chegou a implementar mudanças em suas próprias fábricas, reduzindo a jornada de trabalho e construindo moradias e escolas para os operários. No entanto, dois contemporâneos de Owen, Karl Marx e Friederich Engels, argumentavam que propostas como a dele jamais seriam adotadas pela burguesia. Por isso, eles as chamaram de socialismo utó pico, ou seja, algo inatingível. Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Marx e Engels pesquisaram a fundo a história da economia e do capitalismo, fundando o socialismo científico, chamado posteriormente de marxismo. Esses pensadores concluíram que a relação entre capital e trabalho era antagônica, pois a riqueza do capitalista provinha, justamente, da apropriação da riqueza criada pelo trabalhador, ou seja, o trabalhador produzia a riqueza, mas não ficava com ela. Marx e Engels propuseram que os trabalhadores se unissem e tomassem o controle dos meios de produção, ou seja, das terras e das fábricas, e implantassem o comunis mo, que defendia, entre outros aspectos, uma sociedade organizada sem propriedade privada ou classes sociais. 10. Espera-se que os estudantes indiquem que o desenvolvimento tecnológico trouxe mudanças BUMBLE DEE/SHUTTERSTOCK consideradas positivas e negativas. Entre as positivas, eles podem citar o desenvolvimento de medicamentos, o uso da energia elétrica e criações como o telefone, os raios X, entre outras. Entre as negativas, podem citar o uso predatório de recursos naturais, os danos causados ao meio ambiente e a substituição de parte da mão de obra por máquinas. Pessoas tiram foto em monumento dedicado a Marx (à esquerda) e Engels em Berlim, Alemanha, 2022. 10 O desenvolvimento tecnológico durante a Revolução Industrial promoveu mudanças positivas ou negativas na sociedade dos séculos XVIII e XIX? Justifique sua resposta. 11 De modo geral, a remuneração que um trabalhador recebe é suficiente para acu mular riquezas? Com que bens ou serviços o salário é consumido? Discuta essas questões com os colegas. 11. O objetivo da atividade é provocar a troca de experiências entre os estudantes e a reflexão sobre o uso do salário, em geral destinado à sobrevivência do trabalhador e insuficiente para o acúmulo de riquezas. Para Marx e Engels, a história é movida por uma constante luta de classes. À época da Revolução In dustrial essa luta seria tra vada entre a burguesia e o proletariado. Após a toma da dos meios de produção pelos trabalhadores, os autores defendiam a im plantação de um governo socialista, onde as proprie dades e os bens de produ ção seriam coletivizados e controlados pela classe trabalhadora, ainda sob o comando de um Estado. O socialismo seria, portan to, uma fase de transição intermediária e gradual entre o capitalismo e o comunismo. No comunis mo haveria, entre outros aspectos, a distribuição igualitária de recursos, o fim das classes sociais e a abolição do Estado. 161 Esclareça que, para Marx e Engels, a acumu lação de capital pela bur guesia ocorre porque a ri queza gerada pela classe operária é maior do que os salários recebidos pe los trabalhadores, geran do um valor excedente. Esse valor é apropriado pelos donos dos meios de produção, sendo fonte de lucro no capitalismo. Na teoria marxista, esse processo de exploração dos trabalhadores é de finido pelo conceito de mais-valia. 161 Orientações A primeira grande crise do capitalismo Auxilie os estudantes a refletir sobre os impactos provocados pela falência de pequenos negócios diante de grandes empre sas em termos econômicos (queda da renda, aumento das desigualdades), sociais (aumento da informalida de e da criminalidade) e pessoais (sentimentos associados à insegurança, baixa autoestima, desalen to, tristeza). Discuta também os problemas criados pela oligopolização, como a falência de empresas me nores, o poder de impor preços, o desemprego e a influência sobre governos por meio da organização de lobbies. Atividade complementar Explique que as pala vras escritas na charge da revista Puck apresentada nesta página identificam os milionários William Henry Vanderbilt, Jay Gould, Cyrus West Field e Russell Sage. No en velope representado no canto superior esquerdo, está escrito, em inglês, “propostas seladas para a compra da Europa”. Am plie a análise desta char ge propondo as seguintes questões. • Qual é a relação do jogo com o contexto econô mico dos países indus trializados do século XIX? Na lógica capitalista, para se obter lucro, o capital precisa ser continuamente inves tido para a abertura de novos negócios ou para financiar a expansão de negócios já existentes. Acontece que, enquanto algumas empresas produziam cada vez mais a um custo reduzido, negócios menores, que não conseguiam investir tanto para acompa nhar a concorrência, faliam. Isso causou desemprego e uma tendência à oligopolização, ou seja, a formação de grupos muito fortes de empresas e bancos que controlavam sozinhos o mercado. O resultado foi um desequilíbrio entre produção e consumo: de um lado, as grandes empresas produziam maciçamente e tinham muito capital para investir, mas de outro não havia demanda para absorver esses produtos, uma vez que a remuneração dos trabalhadores era baixa e havia muito desemprego. PICTORIAL PRESS LTD/ALAMY/FOTOARENA O imperialismo Charge publicada na revista satírica estadunidense Puck, em janeiro de 1885, em que milionários estadunidenses jogam Monopoly, jogo de tabuleiro centenário cujo objetivo é acumular riquezas enquanto os adversários perdem as suas. No fim do século XIX, a limitação de mercados consumidores e de investimentos de capital na Europa motivou a busca pela abertura de novos mercados para a burguesia. Além disso, crescia a concorrência pelas matérias-primas necessárias à atividade indus trial. Assim, os países industrializados voltaram a atenção para as regiões do globo não industrializadas: a África, a Ásia e a América Latina. Lançando mão de recursos que incluíam a pressão econômica, a influência política e, frequentemente, o uso da força, os países industrializados passaram a controlar direta ou indiretamente vastos territórios pelo mundo. A essa prática de dominação de áreas não industrializadas pelas grandes potências capitalistas deu-se o nome de imperialismo. Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Desde o começo do século XIX, os Estados Unidos firmaram sua influência sobre o continente americano, interferindo nos governos das Américas Central e do Sul. No final do século XIX, o Japão começou sua expansão e conquistou posições no Extremo Oriente, invadindo a Manchúria, a Ilha de Formosa (atual Taiwan) e a Coreia. Países europeus, principalmente França e Reino Unido, também se estabeleceram na Ásia. Porém, as disputas mais acirradas foram pelo domínio do continente africano. 162 • Pelas peças distribuí das no tabuleiro, você consegue identificar os principais setores dos in vestimentos nos Estados Unidos? • Qual pode ter sido a in tenção do cartunista ao mostrar os milionários dos Estados Unidos se comportando como jo gadores? Como no jogo, o mundo capitalista vivia um processo de concentração de capital. Os principais setores de investimento eram o ferroviário, representado pelas locomotivas e linhas férreas, e o industrial, representado pelas fábricas e suas chaminés. O cartunista, provavelmente, teve a intenção de satirizar os milionários estadunidenses, mostrando que eles não tinham qualquer compromisso com o país e só estavam interessados em aumentar seus lucros

Lista de Exercícios – História 📚 Disciplina: História 🎓 Série/Ano: 9º ano EF 📖 Conteúdo: Novas formas de organização do trabalho Peça aos estudantes que se organizem em gru pos ou em duplas. Após a organização da turma, oriente a identificação das características dos dois sistemas apresenta dos no texto didático, o taylorismo e o … Ler mais