Questões: Dia do Meio Ambiente 2026: ONU intensifica campanha por ação climática 11 junho 2026 Em meio a temperaturas globais próximas de recordes históricos e com a possível volta do fenômeno El Niño, governos, empresas e comunidades em todo o mundo mobilizaram-se no Dia Mundial do Meio Ambiente 2026. A data reforça o alerta sobre a urgência de enfrentar as mudanças climáticas e acelerar a ação climática em escala global. Mais de 2 mil eventos foram registrados ao redor do planeta. O calor extremo já é considerado uma das ameaças climáticas mais letais e de crescimento acelerado, impactando vidas, economias e meios de subsistência. Com a meta de limitar o aquecimento global a 1,5°C cada vez mais distante, especialistas alertam que reduzir emissões e ampliar estratégias de adaptação são medidas indispensáveis. Em mensagem oficial, o secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou que os últimos onze anos foram os mais quentes já registrados e reiterou que o mundo caminha para ultrapassar temporariamente o limite de 1,5°C. Segundo ele, o desafio é conter esse avanço, tornando-o o mais breve e seguro possível. Guterres defendeu ações concretas, como a redução drástica das emissões de gases de efeito estufa, a aceleração da transição energética para fontes renováveis, o corte das emissões de metano e a proteção de florestas, oceanos e solos. Também enfatizou a importância do financiamento climático para países em desenvolvimento, visando preservar vidas e fortalecer economias. Campanha global e engajamento digital Como parte das ações, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) lançou o primeiro Desafio Global de Dança do Clima. A iniciativa mobilizou milhares de pessoas nas redes sociais, com vídeos publicados no Instagram, TikTok e YouTube, utilizando hashtags como #AjaPeloClimaAgora. A campanha contou com trilha sonora do DJ brasileiro Alok, recentemente anunciado como embaixador da Boa Vontade do PNUMA, ampliando o alcance da mensagem entre o público jovem e incentivando a participação ativa da sociedade. No Brasil, a mobilização ganhou força com a adesão de escolas, projetos sociais, artistas e cidadãos de diferentes regiões. De norte a sul do país, iniciativas locais reforçaram que a ação climática depende do engajamento coletivo. O calor extremo já é considerado uma das ameaças climáticas mais letais e de crescimento acelerado, impactando vidas, economias e meios de subsistência. Com a meta de limitar o aquecimento global a 1,5°C cada vez mais distante, especialistas alertam que reduzir emissões e ampliar estratégias de adaptação são medidas indispensáveis. Em mensagem oficial, o secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou que os últimos onze anos foram os mais quentes já registrados e reiterou que o mundo caminha para ultrapassar temporariamente o limite de 1,5°C. Segundo ele, o desafio é conter esse avanço, tornando-o o mais breve e seguro possível. Guterres defendeu ações concretas, como a redução drástica das emissões de gases de efeito estufa, a aceleração da transição energética para fontes renováveis, o corte das emissões de metano e a proteção de florestas, oceanos e solos. Também enfatizou a importância do financiamento climático para países em desenvolvimento, visando preservar vidas e fortalecer economias. Campanha global e engajamento digital Como parte das ações, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) lançou o primeiro Desafio Global de Dança do Clima. A iniciativa mobilizou milhares de pessoas nas redes sociais, com vídeos publicados no Instagram, TikTok e YouTube, utilizando hashtags como #AjaPeloClimaAgora. A campanha contou com trilha sonora do DJ brasileiro Alok, recentemente anunciado como embaixador da Boa Vontade do PNUMA, ampliando o alcance da mensagem entre o público jovem e incentivando a participação ativa da sociedade. No Brasil, a mobilização ganhou força com a adesão de escolas, projetos sociais, artistas e cidadãos de diferentes regiões. De norte a sul do país, iniciativas locais reforçaram que a ação climática depende do engajamento coletivo. Cidades se unem contra o calor extremo Outra iniciativa de destaque foi a iniciativa 50@50, que reuniu mais de 50 cidades para enfrentar o aumento das ondas de calor. Municípios brasileiros como Teresina, Campinas e Fortaleza integraram o projeto, que busca fortalecer a resiliência urbana e compartilhar soluções sustentáveis. A iniciativa também contribui para o movimento global “Beat the Heat”, o Mutirão Contra o Calor Extremo lançado pela Presidência da COP30 em conjunto com o PNUMA, voltado à redução dos impactos do calor extremo e à promoção de sistemas de resfriamento mais eficientes e sustentáveis. Debates e soluções para cidades resilientes No Brasil, durante a Rio Nature & Climate Week, foi apresentado um diagnóstico feito a partir de um levantamento com 53 cidades brasileiras que participam do Beat the Heat, durante evento no Centro de Operações do Rio de Janeiro (COR-Rio). Segundo o estudo, 93% dos municípios classificam o calor extremo como relevante e 68% o colocam entre os três maiores desafios locais. Porém, esse reconhecimento ainda não se traduz em capacidade de resposta: a maioria das cidades está em fases iniciais de planejamento, enfrenta lacunas de dados e governança, e depende fortemente de financiamento externo para avançar. “O calor extremo é uma catástrofe a conta-gotas que deixa cidades, comunidades e territórios inabitáveis, forçando bilhões de pessoas a mudar suas rotinas. Estudantes perdem aulas, atletas alteram seus treinos e militares precisam mudar suas atividades, por exemplo. Adaptar-se à nova realidade demanda colaboração multinível e intersetorial, com apoio nacional e internacional, como neste Mutirão contra o Calor Extremo”, destaca Ana Toni, CEO da COP30. No Rio de Janeiro o tema também foi debatido no Museu do Amanhã, durante a Semana do Meio Ambiente. Especialistas, autoridades e representantes do setor privado discutiram estratégias para transformar as cidades em espaços mais resilientes às mudanças climáticas. O foco esteve na adoção de soluções integradas, que envolvem desde o planejamento urbano até investimentos em infraestrutura sustentável e habitação adaptada ao clima. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/317139-dia-do-meio-ambiente-2026-onu-intensifica-campanha-por-ao-climtica

Questões sobre: Dia do Meio Ambiente 2026: ONU intensifica campanha por ação climática 11 junho 2026 Em meio a temperaturas globais próximas de recordes históricos e com a possível volta do fenômeno El Niño, governos, empresas e comunidades em todo o mundo mobilizaram-se no Dia Mundial do Meio Ambiente 2026. A data reforça o alerta sobre a urgência de enfrentar as mudanças climáticas e acelerar a ação climática em escala global. Mais de 2 mil eventos foram registrados ao redor do planeta. O calor extremo já é considerado uma das ameaças climáticas mais letais e de crescimento acelerado, impactando vidas, economias e meios de subsistência. Com a meta de limitar o aquecimento global a 1,5°C cada vez mais distante, especialistas alertam que reduzir emissões e ampliar estratégias de adaptação são medidas indispensáveis. Em mensagem oficial, o secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou que os últimos onze anos foram os mais quentes já registrados e reiterou que o mundo caminha para ultrapassar temporariamente o limite de 1,5°C. Segundo ele, o desafio é conter esse avanço, tornando-o o mais breve e seguro possível. Guterres defendeu ações concretas, como a redução drástica das emissões de gases de efeito estufa, a aceleração da transição energética para fontes renováveis, o corte das emissões de metano e a proteção de florestas, oceanos e solos. Também enfatizou a importância do financiamento climático para países em desenvolvimento, visando preservar vidas e fortalecer economias. Campanha global e engajamento digital Como parte das ações, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) lançou o primeiro Desafio Global de Dança do Clima. A iniciativa mobilizou milhares de pessoas nas redes sociais, com vídeos publicados no Instagram, TikTok e YouTube, utilizando hashtags como #AjaPeloClimaAgora. A campanha contou com trilha sonora do DJ brasileiro Alok, recentemente anunciado como embaixador da Boa Vontade do PNUMA, ampliando o alcance da mensagem entre o público jovem e incentivando a participação ativa da sociedade. No Brasil, a mobilização ganhou força com a adesão de escolas, projetos sociais, artistas e cidadãos de diferentes regiões. De norte a sul do país, iniciativas locais reforçaram que a ação climática depende do engajamento coletivo. O calor extremo já é considerado uma das ameaças climáticas mais letais e de crescimento acelerado, impactando vidas, economias e meios de subsistência. Com a meta de limitar o aquecimento global a 1,5°C cada vez mais distante, especialistas alertam que reduzir emissões e ampliar estratégias de adaptação são medidas indispensáveis. Em mensagem oficial, o secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou que os últimos onze anos foram os mais quentes já registrados e reiterou que o mundo caminha para ultrapassar temporariamente o limite de 1,5°C. Segundo ele, o desafio é conter esse avanço, tornando-o o mais breve e seguro possível. Guterres defendeu ações concretas, como a redução drástica das emissões de gases de efeito estufa, a aceleração da transição energética para fontes renováveis, o corte das emissões de metano e a proteção de florestas, oceanos e solos. Também enfatizou a importância do financiamento climático para países em desenvolvimento, visando preservar vidas e fortalecer economias. Campanha global e engajamento digital Como parte das ações, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) lançou o primeiro Desafio Global de Dança do Clima. A iniciativa mobilizou milhares de pessoas nas redes sociais, com vídeos publicados no Instagram, TikTok e YouTube, utilizando hashtags como #AjaPeloClimaAgora. A campanha contou com trilha sonora do DJ brasileiro Alok, recentemente anunciado como embaixador da Boa Vontade do PNUMA, ampliando o alcance da mensagem entre o público jovem e incentivando a participação ativa da sociedade. No Brasil, a mobilização ganhou força com a adesão de escolas, projetos sociais, artistas e cidadãos de diferentes regiões. De norte a sul do país, iniciativas locais reforçaram que a ação climática depende do engajamento coletivo. Cidades se unem contra o calor extremo Outra iniciativa de destaque foi a iniciativa 50@50, que reuniu mais de 50 cidades para enfrentar o aumento das ondas de calor. Municípios brasileiros como Teresina, Campinas e Fortaleza integraram o projeto, que busca fortalecer a resiliência urbana e compartilhar soluções sustentáveis. A iniciativa também contribui para o movimento global “Beat the Heat”, o Mutirão Contra o Calor Extremo lançado pela Presidência da COP30 em conjunto com o PNUMA, voltado à redução dos impactos do calor extremo e à promoção de sistemas de resfriamento mais eficientes e sustentáveis. Debates e soluções para cidades resilientes No Brasil, durante a Rio Nature & Climate Week, foi apresentado um diagnóstico feito a partir de um levantamento com 53 cidades brasileiras que participam do Beat the Heat, durante evento no Centro de Operações do Rio de Janeiro (COR-Rio). Segundo o estudo, 93% dos municípios classificam o calor extremo como relevante e 68% o colocam entre os três maiores desafios locais. Porém, esse reconhecimento ainda não se traduz em capacidade de resposta: a maioria das cidades está em fases iniciais de planejamento, enfrenta lacunas de dados e governança, e depende fortemente de financiamento externo para avançar. “O calor extremo é uma catástrofe a conta-gotas que deixa cidades, comunidades e territórios inabitáveis, forçando bilhões de pessoas a mudar suas rotinas. Estudantes perdem aulas, atletas alteram seus treinos e militares precisam mudar suas atividades, por exemplo. Adaptar-se à nova realidade demanda colaboração multinível e intersetorial, com apoio nacional e internacional, como neste Mutirão contra o Calor Extremo", destaca Ana Toni, CEO da COP30. No Rio de Janeiro o tema também foi debatido no Museu do Amanhã, durante a Semana do Meio Ambiente. Especialistas, autoridades e representantes do setor privado discutiram estratégias para transformar as cidades em espaços mais resilientes às mudanças climáticas. O foco esteve na adoção de soluções integradas, que envolvem desde o planejamento urbano até investimentos em infraestrutura sustentável e habitação adaptada ao clima. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/317139-dia-do-meio-ambiente-2026-onu-intensifica-campanha-por-ao-climtica

📚 Área: Linguagens

🎓 Nível: 6º Ano – Ensino Fundamental II

📊 Quantidade: 10 questões

📝 Tipos: Verdadeiro ou Falso, Completar lacunas, Associação, Análise crítica

📅 Data de Criação: 04/08/2026

Avaliação sobre o Dia do Meio Ambiente 2026

Avaliação sobre o Dia do Meio Ambiente 2026

Área de conhecimento: Linguagens

Nível de ensino: 6º Ano – Ensino Fundamental II

Quantidade de questões: 10

Objetivos da Avaliação: Habilidade de leitura: interpretação, localização de informações, análise da estrutura textual.

  1. Questão 1 – Verdadeiro ou Falso

    Leia as afirmações abaixo e marque V para as verdadeiras e F para as falsas:

    • A) O Dia Mundial do Meio Ambiente é celebrado em 11 de junho. ( )
    • B) O fenômeno El Niño está relacionado ao aumento das temperaturas globais. ( )
    • C) O secretário-geral da ONU é António Guterres. ( )
    • D) O calor extremo é considerado uma das ameaças climáticas menos letais. ( )

    Dificuldade: Médio

    Habilidades/competências avaliadas: Interpretação, localização de informações.

  2. Questão 2 – Completar lacunas

    Complete as lacunas com as palavras que melhor se encaixam:

    O aquecimento global deve ser limitado a __________ graus Celsius. O secretário-geral da ONU ressaltou que as últimas décadas foram as mais __________ já registradas.

    Dificuldade: Médio

    Habilidades/competências avaliadas: Interpretação e análise de informações.

  3. Questão 3 – Associação

    Associe as iniciativas às suas descrições:

    • A) Desafio Global de Dança do Clima
    • B) Iniciativa 50@50
    • C) Campanha #AjaPeloClimaAgora
    • D) Movimento “Beat the Heat”

    1. Busca fortalecer a resiliência urbana.
    2. Mobiliza jovens através de danças nas redes sociais.
    3. Envolve mais de 50 cidades no combate ao calor.
    4. Visa reduzir os impactos do calor extremo.

    Dificuldade: Médio

    Habilidades/competências avaliadas: Análise de informações e associações.

  4. Questão 4 – Análise crítica

    Com base no texto, qual a importância do financiamento climático para os países em desenvolvimento? Responda em até 5 linhas.

    Dificuldade: Médio

    Habilidades/competências avaliadas: Análise crítica e interpretação de informações.

  5. Questão 5 – Verdadeiro ou Falso

    Leia as afirmações abaixo e marque V para as verdadeiras e F para as falsas:

    • A) O clima extremo afeta apenas a agricultura. ( )
    • B) O PNUMA é um programa da ONU voltado para o meio ambiente. ( )
    • C) Todos os municípios brasileiros estão preparados para enfrentar o calor extremo. ( )
    • D) O engajamento coletivo é essencial para a ação climática. ( )

    Dificuldade: Médio

    Habilidades/competências avaliadas: Interpretação e análise crítica.

  6. Questão 6 – Completar lacunas

    Preencha as lacunas com as palavras corretas:

    O __________ do Brasil, na Rio Nature & Climate Week, discutiu estratégias para tornar as cidades mais __________ às mudanças climáticas.

    Dificuldade: Médio

    Habilidades/competências avaliadas: Interpretação e análise de informações.

  7. Questão 7 – Associação

    Associe cada termo à sua definição correta:

    • A) Metano
    • B) Emissões de gases de efeito estufa
    • C) Transição energética
    • D) Calor extremo

    1. Mudança de fontes de energia fósseis para renováveis.
    2. Gás que contribui para o aquecimento global.
    3. Aumento significativo da temperatura em um curto período.
    4. Gases que aprisionam o calor na atmosfera.

    Dificuldade: Médio

    Habilidades/competências avaliadas: Análise e associação de informações.

  8. Questão 8 – Análise crítica

    Comente sobre a importância do engajamento digital na mobilização para ações climáticas, mencionando exemplos do texto. Responda em até 5 linhas.

    Dificuldade: Médio

    Habilidades/competências avaliadas: Análise crítica e interpretação de informações.

  9. Questão 9 – Verdadeiro ou Falso

    Leia as afirmações abaixo e marque V para as verdadeiras e F para as falsas:

    • A) O calor extremo não afeta a rotina das pessoas. ( )
    • B) A COP30 teve participação do PNUMA na luta contra o calor. ( )
    • C) O relatório mencionado aponta que a maioria das cidades está pronta para enfrentar o calor extremo. ( )
    • D) O aquecimento global é uma preocupação global. ( )

    Dificuldade: Médio

    Habilidades/competências avaliadas: Interpretação e análise crítica.

  10. Questão 10 – Completar lacunas

    Complete as lacunas com as palavras que melhor se encaixam:

    As __________ são um dos principais desafios enfrentados pelas cidades brasileiras e a maioria delas reconhece a necessidade de __________ ações para mitigá-las.

    Dificuldade: Médio

    Habilidades/competências avaliadas: Interpretação e análise de informações.

Gabarito Comentado

  1. V, V, V, F – As três primeiras afirmativas são verdadeiras, enquanto a última afirmação é falsa, pois o calor extremo é considerado uma das ameaças climáticas mais letais.
  2. 1,5; quentes – O texto menciona a meta de limitar o aquecimento global a 1,5°C e que os últimos anos foram os mais quentes.
  3. A-2, B-1, C-3, D-4 – As respostas são associadas corretamente às suas definições.
  4. O financiamento climático é crucial para apoiar os países em desenvolvimento a implementar ações necessárias para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e fortalecer suas economias.
  5. F, V, F, V – Apenas a segunda e a última afirmação são verdadeiras. O clima extremo afeta diversos setores, e nem todos os municípios estão preparados.
  6. Rio de Janeiro, resilientes – O texto destaca a discussão sobre como as cidades devem se adaptar às mudanças climáticas.
  7. A-2, B-4, C-1, D-3 – As associações são feitas corretamente com base nas definições.
  8. O engajamento digital é fundamental para mobilizar a sociedade, como evidenciado pela campanha #AjaPeloClimaAgora, que utilizou redes sociais para engajar jovens.
  9. F, V, F, V – Novamente, apenas a segunda e a última afirmação são verdadeiras, confirmando a preocupação global com o aquecimento.
  10. ondas de calor, implementar – O texto refere-se às ondas de calor como um desafio e a necessidade de ações para enfrentá-las.