“Aprenda Períodos Compostos: Orações Subordinadas no Ensino”

O plano de aula a seguir foca no tema “Período Composto por Subordinação”, com ênfase nas orações subordinadas substantivas, adjetivas e adverbiais. Serão utilizadas dinâmicas para promover o engajamento dos alunos e facilitar a compreensão do assunto. Além disso, a aula se encerrará com exercícios práticos das páginas 13 e 14 do livro didático, oferecendo uma oportunidade para os alunos aplicarem o que aprenderam de forma prática.

Tema: Período Composto por Subordinação
Duração: 45 MIN
Etapa: Ensino Fundamental 2
Sub-etapa: 9º ano
Faixa Etária: 14 a 15 anos
Disciplina/Campo: Língua Portuguesa

Objetivo Geral:

Promover a compreensão e análise do conceito de períodos compostos por subordinação, enfatizando as orações subordinadas substantivas, adjetivas e adverbiais, e sua aplicação em diferentes contextos.

Objetivos Específicos:

– Identificar e classificar diferentes tipos de orações subordinadas em frases.
– Desenvolver a habilidade de reconhecer a importância das conjunções subordinativas na construção de períodos compostos.
– Aplicar o conhecimento adquirido em exercícios de leitura e produção textual, utilizando as orações subordinadas corretamente.
– Fomentar a discussão sobre a estrutura sintática complexa por meio de dinâmicas em grupo.

Habilidades BNCC:


(EF09LP04) Escrever textos corretamente de acordo com a norma-padrão com estruturas sintáticas complexas no nível da oração e do período.

(EF09LP08) Identificar em textos lidos e em produções próprias a relação que conjunções e locuções conjuntivas coordenativas e subordinativas estabelecem entre as orações que conectam.

(EF09LP09) Identificar efeitos de sentido do uso de orações adjetivas restritivas e explicativas em um período composto.

Materiais Necessários:

– Quadro branco e marcadores.
– Material impresso com exemplos de orações subordinadas.
– Cópias das páginas 13 e 14 do livro didático.
– Fichas com diferentes orações (subordinadas e coordenadas) para a dinâmica.

Situações Problema:

– Como as diferentes orações se inter-relacionam dentro de um período composto?
– De que maneira a alteração de uma conjunção pode mudar o sentido da frase?
– Por que é importante dominar o uso das orações subordinadas em escrita e fala?

Contextualização:

Iniciar a aula trazendo uma breve explicação sobre a importância das orações subordinadas na construção de frases mais complexas e eloquentes. Mencionar como estas estruturas são frequentemente utilizadas na literatura, no discurso acadêmico e em contextos cotidianos, ajudando a enriquecer a comunicação.

Desenvolvimento:

1. Apresentação do conteúdo teórico sobre as orações subordinadas, começando pelas substantivas, seguindo com adjetivas e adverbiais, exemplificando cada uma delas.
2. Explicação sobre as conjunções subordinativas e sua função na ligação das orações.
3. Realização de uma dinâmica em que os alunos, divididos em grupos, recebam fichas com orações que eles devem classificar como subordinadas ou coordenadas.
4. Em seguida, discutir as respostas em grupo e convidar os alunos a compartilhar suas classificações para reforçar o aprendizado colaborativo.

Atividades sugeridas:

Semana de Atividades:

Dia 1: Introdução ao tema com apresentação teórica e discussão.
Dia 2: Dinâmica de classificação de orações (fichas).
Dia 3: Atividade prática de identificação de orações subordinadas em textos literários curtos.
Dia 4: Produção de textos utilizando periodos compostos com orações subordinadas, em grupo.
Dia 5: Revisão do conteúdo e correção dos exercícios das páginas 13 e 14 do livro didático.

Discussão em Grupo:

Após as atividades, conduzir uma discussão sobre a relevância do uso correto das orações subordinadas no dia a dia, solicitando que os alunos compartilhem suas opiniões sobre experiências pessoais com a escrita e a leitura.

Perguntas:

1. Quais foram os maiores desafios que vocês encontraram ao identificar as orações subordinadas?
2. Como vocês acham que a utilização dessas orações pode enriquecer a escrita?
3. Há algum exemplo de texto que vocês considerem o uso de orações subordinadas eficaz?

Avaliação:

A avaliação será feita através da análise dos exercícios práticos e da participação dos alunos nas dinâmicas e discussões. Será importante observar a capacidade de identificação das orações subordinadas e o uso correto delas na produção textual.

Encerramento:

Finaliza a aula reforçando os conceitos aprendidos, fazendo um resumo das principais características das orações subordinadas e a importância do seu uso correto. Incentivar os alunos a continuarem praticando a identificação e utilização dessas estruturas em suas leituras e produções textuais.

Dicas:

– Incentive os alunos a escreverem textos curtos no final da aula como um exercício de fixação.
– Utilize músicas ou poemas que contenham períodos compostos para discutir a linguagem de forma mais lúdica.
– Sugira que os alunos leiam obras literárias que utilizam essas estruturas, buscando exemplos para discutir em sala.

Texto sobre o tema:

As orações subordinadas são fundamentais na língua portuguesa, pois permitem à escrita uma maior complexidade e profundidade. Essa estrutura possibilita que o falante ou escritor expresse relações de ideia com mais precisão. As orações subordinadas são subdivididas em três categorias principais: substantivas, adjetivas e adverbiais. Cada uma delas possui uma função específica e diferenciada dentro da frase.

As orações subordinadas substantivas atuam como um substantivo na frase e podem desempenhar funções como sujeito, objeto direto ou indireto. Por exemplo, na frase “É importante que todos estudem”, a oração “que todos estudem” funciona como o sujeito da frase.

Já as orações subordinadas adjetivas têm a função de caracterizar um substantivo, funcionando como um adjetivo na frase. Seguindo o mesmo exemplo, na frase “O aluno que estuda é muito aplicado”, a oração “que estuda” é uma oração subordinada adjetiva que refere-se ao substantivo “aluno”.

Além disso, as orações subordinadas adverbiais têm o papel de modificar o verbo, um adjetivo ou um advérbio, funcionando como um advérbio dentro da frase. Por exemplo, em “Vou sair quando terminar o trabalho”, a oração “quando terminar o trabalho” é uma oração subordinada adverbial que indica a circunstância de tempo em que a ação ocorrerá.

Essas estruturas complexas tornam a língua mais rica e expressiva, permitindo que os falantes construam enunciados que vão além do simples, oferecendo nuances que podem mudar todo o sentido da mensagem.

Desdobramentos do plano:

É possível expandir o plano de aula para incluir outros gêneros textuais, como crônicas e contos, nos quais as orações subordinadas aparecem com maior frequência. O trabalho com esses gêneros amplia o entendimento dos alunos sobre como as orações subordinadas podem fornecer um contexto mais significativo e complexidade ao enredo.

Ademais, ao se trabalhar em grupos, é interessante incentivar a produção de um texto colaborativo, onde cada aluno fique responsável por uma parte da narrativa, promovendo a prática da escrita conjunta e do uso de diferentes tipos de orações subordinadas para enriquecer o texto.

Finalmente, a aula pode ser ainda mais enriquecida com exercícios de reescrita, onde os alunos devem transformar frases simples em compostas, inserindo orações subordinadas, praticando assim a aplicação dos conceitos aprendidos de forma prática e criativa.

Orientações finais sobre o plano:

Ao desenvolver esse plano, é essencial manter um ambiente de aprendizado colaborativo e acolhedor, onde todos os alunos se sintam à vontade para participar e compartilhar suas ideias. O uso de dinâmicas é uma excelente estratégia para estimular a interação e a troca de conhecimentos.

Incentivar o uso de recursos tecnológicos, como vídeos explicativos sobre o tema, pode ser uma estratégia eficaz para diversificar a abordagem e atender às diferentes formas de aprendizado dos alunos. Isso pode incluir a projeção de vídeos que relacionem as orações subordinadas a diálogos em filmes ou séries, tornando o aprendizado mais contextualizado e divertido.

Por último, o acompanhamento contínuo do progresso dos alunos deve ser uma prioridade, permitindo não só a avaliação do aprendizado, mas também o ajuste de estratégias de ensino para atender às necessidades específicas de cada estudante. A flexibilidade nas abordagens ensinará os alunos a valorizar o uso da língua com precisão e clareza, habilidades indispensáveis para sua formação acadêmica e social.

5 Sugestões lúdicas sobre este tema:

1. Jogo dos Elementos: Criar um jogo onde os alunos precisam montar uma frase complexa utilizando cards que representam substantivos, verbos, conjunções e outros elementos da oração. O aluno que formar a frase mais correta e criativa ganha pontos.

2. Teatro das Subordinadas: Os alunos formam grupos para criar pequenas cenas onde utilizam orações subordinadas em seus diálogos. As apresentações devem demonstrar claramente a função de cada oração e o contexto que a justifica.

3. Caça ao Tesouro Linguístico: Organizar uma caça ao tesouro dentro da sala ou escola, onde os alunos devem encontrar exemplos de orações subordinadas em cartazes, livros ou murais, e trazer para a sala, explicando sua classificação.

4. Jogo de Adivinhações: Formar duplas, onde um aluno descreve uma oração subordinada e o outro deve adivinhar se é substantiva, adjetiva ou adverbial, baseando-se nas características dadas.

5. Criação Coletiva de Histórias: Propor uma atividade de criação de histórias em grupo, onde cada aluno deve adicionar uma frase que contenha pelo menos uma oração subordinada, fazendo com que a narrativa se desenvolva em conjunto.